Oito unidades atendem em Itaquera e Guaianases.

ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL

 

Atividades

 

1) Acolher e orientar a criança e o adolescente que chegam ao abrigo fazendo a sua adaptação junto ao grupo de crianças, adolescentes e comunidade.

2) Sensibilizar e orientar as famílias de origem ou substituta, visando o retorno da criança/adolescente ao convívio familiar.

3) Propiciar cuidados básicos (banho, sono, alimentação, higiene pessoal) e atividades pedagógicas que visem a auto valorização dos beneficiários.

4) Informar e sensibilizar a comunidade sobre a importância de sua participação no processo de inclusão social da criança/adolescente e seus familiares.

5) Propiciar vínculos de confiança e aceitação entre educandos,educadores, famílias biológicas e da comunidade.

6) Propiciar a capacitação permanente dos educadores com relação a rotina específica de Abrigo e da Proposta Pedagógica de Dom Bosco.

7) Inserir crianças e adolescentes atendidos nas Casas de Acolhimento, nos vários Serviços já desenvolvidos pela Organização: Centro de Educação Infantil, Centro para Crianças e adolescentes, Centro de Formação e Cultura e Centrode Desenvolvimento Social e Produtivo.

8) Buscar atendimento médico, psicológico, odontológico, farmacêutico e tratamentos especializados, sempre que for necessário à criança e ao adolescente, inserindo-os preferencialmente na Rede Pública de atendimento.

9) Manter registro individual com dados informativos quanto ao motivo do abrigamento, histórico e dinâmica familiar e de outros responsáveis (documentos pessoais originais, endereços, saúde, e outros, em pastas denominadas prontuários, com identificação, organizados em arquivos adequados para subsidiar a equipe de trabalho).

10) Propiciar Espiritualidade e Formação Humana ampla.

11) Inserir criança e adolescente em idade escolar em escolas públicas.

12) Oferecer atividades de lazer, cultura e esporte.

13) Proceder a estudo psicossocial, por meio da elaboração e acompanhamento do PIA (Plano Individualizado de Atendimento).

14) Acompanhar junto ao judiciário os encaminhamentos dados aos casos de abrigo, bem como, comunicar a impossibilidade do reatamento do vinculo familiar para posteriores encaminhamentos.